sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

NOVAS REGRAS PARA LÍNGUA PORTUGUESA

Para acabar de vez com a dúvida de que nós do CCP, somos seres desprovidos de inteligência, vou esclarecer as novas regras ortográficas do nosso idioma.

Alfabeto:

Regra Antiga: O ‘k’, ‘w’ e ‘y’ não eram consideradas letras do nosso alfabeto
Nova Regra: O alfabeto é agora formado por 26 letras

Trema:

Nova Regra: Não existe mais o trema em língua portuguesa. Apenas em casos de nomes próprios e seus derivados, por exemplo: Müller, mülleriano

Acentuação 1 :

Nova Regra: Ditongos abertos (ei, oi) não são mais acentuados em palavras paroxítonas
obs: nos ditongos abertos de palavras oxítonas e monossílabas o acento continua: herói, constrói, dói, anéis, papéis.
obs2: o acento no ditongo aberto ‘eu’ continua: chapéu, véu, céu, ilhéu.

Acentuação 2 :

Nova Regra: O hiato ‘oo’ não é mais acentuado. Ex: enjoo, voo, perdoo.

Acentuação 3 :

Nova Regra: O hiato ‘ee’ não é mais acentuadoas. Ex: creem, deem, leem.

Acentuação 4 :

Nova Regra: Não existe mais o acento diferencial em palavras homógrafas. Ex: para (verbo), pela (substantivo e verbo), pelo (substantivo), pera (substantivo), pera (substantivo).
Obs: o acento diferencial ainda permanece no verbo ‘poder’ (3ª pessoa do Pretérito Perfeito do Indicativo - ‘pôde’) e no verbo ‘pôr’ para diferenciar da preposição ‘por’

Acentuação 5 :

Nova Regra: Não se acentua mais a letra ‘u’ nas formas verbais rizotônicas, quando precedido de ‘g’ ou ‘q’ e antes de ‘e’ ou ‘i’ (gue, que, gui, qui). Ex: apazigue,averigue, enxague.

Acentuação 6 :

Nova Regra: Não se acentua mais ‘i’ e ‘u’ tônicos em paroxítonas quando precedidos de ditongo. Ex: cheiinho, saiinha, feiura, feiume.

Hífen :

Nova Regra: O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por ‘r’ ou ’s’, sendo que essas devem ser dobradas. Ex: antessala, antessacristia, autorretrato, antissocial.

obs: em prefixos terminados por ‘r’, permanece o hífen se a palavra seguinte for iniciada pela mesma letra: hiper-realista, hiper-requintado, hiper-requisitado, inter-racial, inter-regional, inter-relação, super-racional, super-realista, super-resistente etc.

Hífen 2 :

Nova Regra: O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por outra vogal. Ex: autoafirmação, autoajuda, autoescola.

Obs: esta nova regra vai uniformizar algumas exceções já existentes antes: antiaéreo, antiamericano, socioeconômico etc.

Obs2: esta regra não se encaixa quando a palavra seguinte iniciar por ‘h’: anti-herói, anti-higiênico, extra-humano, semi-herbáceo etc.

Hífen 3 :

Nova Regra: Agora utiliza-se hífen quando a palavra é formada por um prefixo (ou falso prefixo) terminado em vogal + palavra iniciada pela mesma vogal. Ex: anti-inflamatório, anti-inflacionário.

obs: esta regra foi alterada por conta da regra anterior: prefixo termina com vogal + palavra inicia com vogal diferente = não tem hífen; prefixo termina com vogal + palavra inicia com mesma vogal = com hífen.

obs2: uma exceção é o prefixo ‘co’. Mesmo se a outra palavra inicia-se com a vogal ‘o’, NÃO utliza-se hífen.

Hífen 4 :

Nova Regra: Não usamos mais hífen em compostos que, pelo uso, perdeu-se a noção de composição. Ex: mandachuva, paraquedas, paraquedista.

Obs: o uso do hífen permanece em palavras compostas que não contêm elemento de ligação e constiui unidade sintagmática e semântica, mantendo o acento próprio, bem como naquelas que designam espécies botânicas e zoológicas: ano-luz, azul-escuro, médico-cirurgião, conta-gotas, guarda-chuva, segunda-feira, tenente-coronel, beija-flor, couve-flor, erva-doce, mal-me-quer, bem-te-vi etc.

Hífen, Observações Gerais :

O uso do hífen permanece.

- Em palavras formadas por prefixos ‘ex’, ‘vice’, ’soto’. Ex: ex-marido, vice-presidente, soto-mestre.
- Em palavras formadas por prefixos ‘circum’ e ‘pan’ + palavras iniciadas em vogal, M ou N. Ex: pan-americano, circum-navegação.
- Em palavras formadas com prefixos ‘pré’, ‘pró’ e ‘pós’ + palavras que tem significado próprio. Ex: pré-natal, pró-desarmamento, pós-graduação.
- Em palavras formadas pelas palavras ‘além’, ‘aquém’, ‘recém’, ’sem’. Ex: além-fronteiras, aquém-oceano, recém-nascidos.

Não Existe mais hífen.

- Em locuções de qualquer tipo (substantivas, adjetivas, pronominais, verbais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais). Ex: cão de guarda, fim de semana, café com.
- Exceções : água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao-deus-dará, à queima-roupa.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Como aprender a escrever 400 palavras em Inglês em apenas um minuto

Se você pensa que estou brincando, experimente ler toda esta matéria e depois me conte. Comece logo a estudar Inglês que, diferentemente do que você pensa, é extremamente fácil de aprender. Bastando apenas a seguir regrinhas elementares.

Mas, antes de tudo, quero explicar que as Regras abaixo apresentam uma ou mais exceção, o que demonstra duas coisas: primeiro que tais exceções só servem precisamente para confirmar as Regras e, segundo que é bem preferível, errar numa ou noutra ocasião e aprender 400 palavras em inglês num minuto, do que ficar preocupado com a rara exceção... e não aprender nada.


PARTE I

Regra 1

Para todas as palavras em português que terminem em DADE (como a palavra cidade) retire o DADE e coloque em seu lugar TY e assim CIDADE passou a ser CITY. Vejamos agora um pouco das cento e tantas palavras que você já aprendeu nestes primeiros vinte segundos de leitura deste artigo:

CIDADE = CITY

VELOCIDADE = VELOCITY

SIMPLICIDADE = SIMPLICITY

NATURALIDADE = NATURALITY

CAPACIDADE = CAPACITY

Regra 2

Para todas as palavras em português que terminem em "ÇÃO" (como a palavra NA-ÇÃO) tire fora o "ÇÃO" e coloque em seu lugar "TION" e assim a palavra NAÇÃO passou a ser NATION (as respectivas pronúncias não importam no momento, e além disso você estaria sendo muito malcriado querendo exigir demais numa aula de graça!). Vejamos agora algumas das centenas de palavras em que a imensa maioria delas se aplica a essa regra:

SIMPLIFICAÇÃO = SIMPLIFICATION

NAÇÃO = NATION

OBSERVAÇÃO = OBSERVATION

NATURALIZAÇÃO = NATURALIZATION

SENSAÇÃO = SENSATION


PARTE II

Regra 3

Para os advérbios terminados em "MENTE" (como a palavra NATURALMENTE), tire o "MENTE" e em seu lugar coloque "LLY" (e assim a palavra passou a ser NATURALLY. Quando o radical em português termina em "L", como na palavra TOTALMENTE, acrescente apenas "LY"). Veja agora abaixo algumas delas:

NATURALMENTE = NATURALLY

GENETICAMENTE = GENETICALLY

ORALMENTE = ORALLY

Regra 4

Para as palavras terminadas em "ÊNCIA" (como no caso de ESSÊNCIA), tire o "ÊNCIA" e em seu lugar coloque "ENCE". Eis algumas delas abaixo:

ESSÊNCIA = ESSENCE

REVERÊNCIA = REVERENCE

FREQÜÊNCIA = FREQUENCE

ELOQÜÊNCIA = ELOQUENCE


PARTE III

Regra 5

E para terminar esse artigo, ficando ainda com mais água na boca, aprenda a última e a mais fácil delas (há um monte de outras regrinhas interessantes, mas não disponho aqui de espaço para tudo). Para as palavras terminadas em "AL" (como na palavra GENERAL) não mude nada, escreva exatamente como está em português e ela sai a mesma coisa em inglês. Veja alguns exemplos:

NATURAL = NATURAL

TOTAL = TOTAL

GENERAL = GENERAL

FATAL = FATAL

SENSUAL = SENSUAL



Conforme você acaba de ver, a menos que seja um leitor preguiçoso e lento, não foi preciso gastar mais de um minuto para aprender 400 palavras em inglês. Façam o favor de dar crédito a quem lhes revelou a dica, tá? Mas não espalhem, senão o mundo vai aprender o idioma em 30 dias!

sábado, 21 de fevereiro de 2009

REFLEXÃO

Escolas ou Presídios?

A história daquele jovem de 18 anos, não é diferente das histórias de muitos jovens pobres dessa idade, em nosso país e nos demais países subdesenvolvidos.

Ele estava ali, contra o muro, ao lado do carro roubado, em frente às câmeras e ao repórter que fazia a matéria para levar ao ar num desses programas de TV que exploram as misérias humanas.

O jovem estava vestido com visível pobreza. Camiseta, bermuda e “chinelo de dedo”.

Em pé, com as costas no muro, ele apertava as pálpebras para evitar que as lágrimas caíssem, mas elas brotavam, teimosas, e rolavam pelo seu rosto amedrontado, apavorado, indefeso.

Ele não havia roubado o carro, era apenas o entregador.

Perseguido pela polícia, na curva de um viaduto ele perdeu a direção do veículo e se chocou contra a murada.

Agora estava ali, com as mãos algemadas e rodeado por policiais e pelos repórteres.

O outro garoto que estava com ele no carro no momento do acidente não era focalizado, já que era menor de idade.

O repórter, que sabia parte da história, perguntou ao jovem, desejando saber mais sobre o assunto: “Sabemos que você não roubou esse veículo, mas poderia dizer para onde iria levá-lo?”

E a resposta do jovem: “Nóis não sabe. Nóis tava levando o carro e alguém ia informá pra nóis o que era pra fazê.”

Não havia dúvida...

Estava ali a prova da nossa falência, como sociedade, dita civilizada.

Todos nós, brasileiros, somos responsáveis pelo que aconteceu com aquele jovem e com os demais jovens e crianças do nosso país.

Sim, ele, como os demais, é um dos filhos da nossa pátria, e, portanto, responsabilidade nossa.

Quando não se constroem escolas, é preciso construir presídios para segregar os delinqüentes, que não tiveram acesso às letras.

Sem dúvida que o acesso à escola não é garantia de honestidade, e disso temos provas diariamente.

No entanto, a falta de escola tem sido a grande responsável pela delinqüência de nossas crianças, adolescentes e jovens.

E esse era o caso daquele garoto, que ainda trazia no rosto o semblante da inocência, da fragilidade, da insegurança, do abandono social.

Não havia dúvida de que era fruto da miséria, filho de pais que também não tiveram acesso à escola, ou talvez nem tivesse pais.

Pelas necessidades que portava, foi usado por alguma quadrilha de ladrões de carros.

Para ganhar alguns trocados e sobreviver, arriscava a própria vida.

Talvez você esteja se perguntando: “E o que eu tenho a ver com isso? Isso é problema dos governantes.”

Mas a própria consciência lhe pergunta: “E se fosse seu filho, seu irmão, seu neto, seu sobrinho?”

É preciso, não há dúvida, socorrer a infância, construir escolas, criar condições de acesso das crianças ao estudo, à alimentação, à moradia, à segurança.

Ou, então, não restará outra opção a não ser construir presídios e mais presídios...

E vale considerar que os custos de manutenção de um detento, em nosso país, é muito, mas muito maior do que os custos de um aluno na escola.

Além disso, o cárcere tem outros tantos prejuízos para o indivíduo e para a sociedade, que não deixa dúvida que a escola é a melhor e mais barata das alternativas.

E a decisão, como sempre, é nossa.

SER PROFESSOR É...

Ser professor é professar a fé e a certeza de
que tudo terá valido a pena se o aluno sentir-se feliz

pelo que aprendeu com você e pelo que ele lhe
ensinou...

Ser professor é consumir horas e horas pensando
em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo
todos os dias, a cada dia é única e original...

Ser professor é encontrar pelo corredor com cada
aluno,
olhar para ele sorrindo, e se possível, chamando-o
pelo nome para que ele se sinta especial...

Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e,
diante da reação da turma, transformar o cansaço
numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender...

Ser professor é envolver-se com seus alunos
nos mínimos detalhes, vislumbrando quem está
mais alegre ou mais triste, quem cortou os cabelos,
quem passou a usar óculos, quem está preocupado
ou tranquilo demais, dando-lhe a atenção necessária...



Ser professor é importar-se com o outro numa
dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que
necessita de atenção, amor e cuidado.


Ser professor é equilibrar-se entre três turnos de
trabalho e tentar manter o humor e a competência para
que o último turno não fique prejudicado...


Ser professor é ser um "administrador da curiosidade"
de seus alunos, é ser parceiro, é ser um igual na hora

de ser igual, e ser um líder na hora de ser líder,
é saber achar graça das menores coisas e entender
que ensinar e aprender são movimentos de
uma mesma canção: a canção da vida...


Ser professor é acompanhar as lutas do seu tempo
pelo salário mais digno, por melhores condições de
trabalho,
por melhores ambientes fisicos, sem misturar e
confundir jamais
essas lutas com o respeito e com o fazer junto ao
aluno.
Perder a excelência e o orgulho, jamais!


Ser professor é saber estar disponível aos colegas
e ter um espírito de cooperação e de equipe na troca
enriquecedora de saberes e sentimentos,
sem perder a própria identidade.


Ser professor é ser um escolhido que vai fazer
"levedar a massa"
para que esta cresça e se avolume em direção
a um mundo mais fraterno e mais justo.


Ser professor é ser companheiro do aluno, "comer
do mesmo pão", onde o que vale é saciar a fome
de ambos, numa dimensão de partilha..


Ser professor é ter a capacidade de "sair de cena,
sem sair do espetáculo".
Ser professor é apontar caminhos, mas deixar que
o aluno caminhe com seus próprios pés...



JORNADA PEDAGÓGIA 2009

O QUE VOCÊ ACHOU DOS TRABALHOS REALIZADOS?

QUAL NOTA VOCÊ DARIA PARA O TRABALHO DA PROFESSORA SHEILA?

O QUE FOI MAIS PERTINENTE DURANTE AS ATIVIDADES REALIZADAS?